Green Army Fraction is a north Swedish power electronics project, founded in 2000. Its conceptual content is based on anti-modernism and traditional spiritual values, but at times it dwells on more stylish noise-/PE-subjects such as terrorism and general political extremism. Soundwise it is extreme electronics, developing towards an ever more analog noise sound, with certain elements of more melodic or rythmic sections.
http://www.last.fm/music/Green+Army+Fraction
Ta bom a Suécia tem algo de bom. Esse tipo de som vai de encontro com o que acreditamos neste blog. A partir da certeza da razão instrumental occidental temos que nos basear num principio de mundo anarquista, mágico ou re-encantado.
Na música não basta um retorno tonalista ingenuo como o de Arvo Part http://www.last.fm/music/Arvo+P%C3%A4rt . O tonalismo está tão morto e enterrado quanto os quadrados de Mondrian. Uma assimilação não ingenua do caos e um profundo sentimento de revolta anti-consumo, anti fetichisação, e anti=opressão deve orientar a revolta neste novo século.
Uma música representativa é a que incorpora elementos atonais e ao mesmo tempo tenta vislumbrar um neo-panteísmo Salvador. Uma emancipação que passa pela fuga do cartesiano , sem cair em ladainhas hippongas. Uma música não reificável. Rebelde em forma e conteúdo.
A revolta passa pela destruição da forma e do formalismo, do racionalismo. A compreenção da sociedade enquanto retrocesso, dos valores enquanto mutáveis, do caos enquanto parte inerente da vivência neste planeta e da necessidade de preservação ambiental.
Por uma música resistente, uma arte influente e uma arquitetura orgânica. Sociedades comunais agrícolas, casas de argila e energia solar. Em alguns desertos do mundo, grupos vivem assim, testam casas que são domos limpos, auto-sustentáveis. Preservam a água e não produzem lixo. É uma das frente de batalha. Na minha cabeça todo o tipo de arqitetura que não esta carrega o DNA do facismo.
Abaixo o concreto e o facismo das construções.
